“Quem olhar para trás, lembra da situação de Mato Grosso há pouco menos de três anos e pode, hoje, considerar que vive em outro Estado”. Foi com essas palavras que o governador Mauro Mendes, abriu a cerimônia do Casamento Abençoado, neste domingo em Cuiabá.

Já em conversa com jornalistas, Mendes disse que a crise econômica e fiscal, salários atrasados, dívidas de R$ 3,5 bilhões com fornecedores, máquina inchada e sem capacidade de investimento, eram apenas algumas das mazelas que assolavam Mato Grosso.

Quase três anos após o início da sua gestão, o governador Mauro Mendes (DEM) comanda uma máquina “azeitada”, mais leve e com investimentos pesados nas áreas estratégicas.

Ele afirma que o novo cenário só é realidade por causa das duras decisões administrativas e fiscais tomadas desde o início da gestão.

Estou satisfeito porque estamos conseguindo devolver ao cidadão, em forma de serviços, aquilo que todos pagamos em forma de impostos.

Além de um programa agressivo de investimentos, Mendes – em meio a uma crise generalizada no país – surpreendeu com o anúncio “histórico” de cortes de impostos da ordem de R$ 1,2 bilhão, nas áreas de combustíveis, energia e transportes, entre outros.

“Hoje, os números já mostram um Estado equilibrado, que há quase paga os salários em dia, paga fornecedores em dia, honra seus compromissos e realiza o maior programa de investimentos de sua história – e um dos maiores do Brasil […] Já é um Estado muito melhor. E é assim que eu quero chegar ao final de 2022”, acrescentou.

Em uma entrevista, durante uma live na internet, na semana passada, Mendes ainda falou sobre a polêmica da alta do preço dos combustíveis, rebateu críticos, analisou o cenário desenhado até o momento para as eleições de 2022 e falou sobre a relação que mantém com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“É uma relação profissional, sem muito ‘beijinho, beijinho’, mas também nunca fui de ficar criando aresta, fazendo crítica desnecessária ou criando confusões”, disse