A Prefeitura de Várzea Grande deu início a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (H1N1) nessa terça-feira (13.04), e segue até 09 de julho.

A campanha é desenvolvida em três etapas, sendo a primeira até 10 de maio, onde serão vacinadas crianças entre seis meses até as que não completaram seis anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres com filhos até 40 dias), povos indígenas e trabalhadores da saúde.

De acordo com a assessoria, a vacinação ocorrerá em 12 Unidades Básicas de Saúde, distribuídas nos bairros Vila Arthur, São Mateus, Santa Isabel, Construmat, Cohab Cristo Rei, Policlínica do Cristo Rei, Aurília Curvo, Manga, Unipark, Nossa Senhora da Guia, Manaíra e Marajoara, nos horários de 7h30 às 17 horas.

Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, Relva Cristina, a vacina contra H1N1 evita agravamento de doenças respiratórias em crianças. O secretário Gonçalo Barros reforçou que a vacina é segura e efetiva para a prevenção da gripe influenza e é, por meio dela, que se consegue reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus H1N1.

A segunda etapa ocorrerá entre 11 de maio a 8 de junho, quando serão vacinados idosos de 60 anos acima e professores. A superintendente destacou que o Ministério da Saúde não indica a aplicação da vacina da gripe ao mesmo tempo em que a da Covid-19. A recomendação é para que as pessoas do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra o coronavírus e depois a vacina contra a gripe, após um intervalo mínimo de 14 dias.

Relva ressaltou que pessoas com sintomas da Covid-19 devem adiar a vacinação contra a gripe. “Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção pelo novo coronavírus, o ideal é que a vacinação seja adiada até a recuperação clínica total do quadro da Covid-19 e, pelo menos, quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas depois do resultado positivo por PCR em pessoas assintomáticas”, explicou ela.

A última etapa será entre 9 de junho e 9 de julho, tendo como público alvo integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.