Olhar Direto

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MBD), rebateu as críticas do governador Mauro Mendes (DEM) ao plebiscito para escolha entre VLT e BRT. Segundo Mauro, fazer esta consulta seria jogar dinheiro fora. Em resposta, Emanuel questionou se comprar jatinho não é uma ação pior para gastos supéfluos.

Aos jornalistas, durante reinauguração da Escola Militar Municipal, Maria Dimpina Lobo Duarte, Emanuel perguntou: O que é melhor: comprar um jatinho que não tem o menor sentido de ser ou ouvir a população?. “Um plebiscito aqui em Cuiabá e VG seria o custo de um jatinho de R$ 8 milhões que o governo comprou. Mais barato que o jatinho, ouvir o povo de Cuiaba e VG seria mais barato que o jatinho. O que é melhor para a população. Comprar um jatinho que não tem o menor sentido de ser ou ouvir a população?”, questionou o prefeito.

O plebiscito para escolha do novo modal, VLT ou BRT, foi aprovado pela Câmara de Cuiabá há duas semanas. Com a aprovação, agora será feito um estudo dos gastos e também da data e forma que será feita a consulta pública.

Emanuel disse que criticar o poder do povo é incoerente por parte do governo de Mato Grosso. “Desprezo pela vontade popular. Vamos supor que não tivesse valor jurídico. Mas o povo da rua se manifestar não tem valor democrático? Ético? Popular? Quem tem poder é o povo! O povo vai a rua e derruba o presidente! Se imagina escolher aquilo que pe elhor pra ele vai utilizar. Uma declaracao infeliz de pura insensibilidade política e democratica. Mais um tapa na cara da população. Representa todo desprezo do governo com a vontade popular”, disse o prefeito.

Por último, Emanuel disse que não é jogar dinheiro fora fazer uma consulta pública e que não é despesa, mas sim benefício. “Isso eu já falei desprezo com a democracia e vontade popular. E a Câmara Municipal decidiu. Democracia não é jogar dinheiro fora nunca. Quanto mais você puder escutar o povo, quanto mais você puder ouvir o clamor das ruas e voz popular, isso não é custo é investimento. Não é despreza, é benefício. Falaram não sei na onde que um plebiscito custa R$ 4 milhões de reais. Não sei de onde viram isso. Até pedi uma agenda do emanuelzinho,  e uma agenda pro TRE e Juca do Guaraná”, finalizou.