O fantasma do VLT ainda deve continuar “assombrando” muita gente em Mato Grosso. Só nesta terça-feira (25), tivemos mais dois capítulos desta cansativa novela. No primeiro, a Câmara Municipal de Cuiabá, aprovou por 17 votos, um projeto para realizar um plebiscito sobre a escolha do VLT ou BRT. O problema é que essa consulta à população deve custar 3 milhões de reais, só que não teria nenhuma validade legal, o que é péssimo para quem defende o empacado VLT.

 

Mas tem também uma notícia ruim para quem já se decidiu pelo BRT. A justiça federal negou pedido do governo de Mato Grosso, para efetuar o bloqueio de bens do Consórcio VLT, até o limite de 682 milhões de reais. Esse valor é a indenização pedida para que sejam levados embora os trilhos, os vagões e o sistema que iria operar o modal. Isso também foi negado.
O impasse agora é que o governo anunciou que desistiu do VLT e já anunciou a licitação do BRT para o mês que vem. O novo modal estaria orçado em 470 milhões de reais. Agora só falta saber pra quem é que vai ser escalado pagar a conta do VLT, que até aqui “torrou”mais de 1 bilhão de reais de dinheiro público.