Flávio Stringueta é delegado da Polícia Judiciária Civil (PJC) há 20 anos. Formado em Direito pela Faculdade de Araçatuba, localizada em sua cidade natal, Strigueta é pós-graduado em Direito Penal e gestão pública.

Atuou no interior de Mato Grosso e em Cuiabá já passou pela corregedoria da PJC e pela Delegacia Fazendária, entre outras instâncias.

Nesta semana, o programa ‘Nada Pessoal’, do PNB Online, recebe o delegado que comenta seus questionamentos quanto à conduta do Ministério Público Estadual (MPE).

Em entrevista aos jornalistas Antero Paes de Barros e Pedro Pinto de Oliveira, o delegado apontou retaliações que sofreu após publicar uma série de artigos que questionavam a conduta do MPE sobre gastos e benefícios, segundo ele desnecessários, neste período de pandemia. No começo do ano, o orgão foi alvo de uma ação popular para impedir a compra de celulares de última geração em uma licitação orçada em mais de R$ 2 milhões.

Benefícios como Auxílio Covid e a compra de smartphones  para membros do Ministério Público foram duramente criticados pelo delegado Flávio Stringueta. Para ele, esses gastos além de imorais seriam de melhor serventia em outras categorias como a saúde. “Eles estão em home office. O risco de serem contaminados é infinitamente menor do que uma enfermeira, um médico”, disse.

Ainda foi assunto da entrevista a atuação do Ministério Público no caso da Grampolândia Pantaneira. O delegado defende que que o MPE teria uma grande parcela de culpa no atraso das investigações O Delegado Flávio Stringueta, que participou das investigações das escutas telefônicas ilegais, considera que a série de manifestações contrárias acabaram atrapalhando os trabalhos.

Confira a entrevista completa:

 

VÍDEO