O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, aparenta ser um símbolo da resistência contra o voto impresso auditável. Em uma guerra constante contra o novo modelo de votação, Barroso já se manifestou em diversos momentos alegando inúmeras dificuldades para implantar a auditoria já em 2022.

Uma das barreiras impostas pelo ministro é o valor. Barroso estima que seria de um custo muito alto a implantação da nova modalidade. Porém, o que presidente do TSE não esperava é que engenheiros do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) criassem uma urna com a possibilidade de auditar o voto por um custo bem inferior ao estimado.

O processo de aplicação do voto impresso auditável já está em andamento. O presidente da Câmara, Arthur Lira, já deu andamento à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que garante a aceitação da auditoria já nas próximas eleições.

O voto impresso auditável é uma maneira de garantir a segurança nas votações. Um dos estopins para isto foi a suspeita de fraude nas eleições dos Estados Unidos.